Lisboa: o próximo grande centro de arte contemporânea

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A arte contemporânea em Portugal começou oficialmente depois da Revolução dos Cravos, nos anos 70. Após a revolução, a pintura e escultura começaram a dar os primeiros passos na contemporaneidade, explorando primeiramente (embora tardiamente, quando comparada com a restante Europa) a Pop Art, não pondo em um plano inferior a Op Art. Em 2007, o CCB (Centro Cultural de Belém) destacou-se no cenário europeu com o Museu Coleção Berardo, além do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, o MAAT (Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia) e a Fundação Calouste Gulbenkian que tornou não só Lisboa, mas Portugal em um dos promissores centros de arte contemporânea da Europa. berardo1Museu Coleção Berardo- É uma instituição de referência em Lisboa. Inaugurado em Junho de 2007, acolhe exposições temporárias e uma coleção permanente, representativa da arte moderna e contemporânea, nacional e internacional. A Fundação de Arte Moderna e Contemporânea- Coleção Berardo foi criada em 09/08/2006; é esta instituição que gere o museu, presentemente instalado no Centro Cultural de Belém. O seu acervo é composto por 862 obras e está avaliado pela Christie´s em 316 milhões de euros. berard2A coleção apresenta uma sequência de obras que percorre a arte do século XX e termina na atualidade. Com obras de Picasso e a criação do Cubismo e com Duchamp e as questões do ready-made, evoluindo até ao Neodadaísmo, ao Nouveau Réalisme e à Pop Art. chiado1 Museu do Chiado- Situado no centro histórico de Lisboa, o Museu do Chiado- Museu Nacional de Arte Contemporânea, fundado em 1911 como Museu Nacional de Arte Contemporânea, foi inteiramente reconstruído em 1944, sob projeto do arquiteto francês Jean Michel Willmotte. A coleção de arte portuguesa, de 1850 à atualidade, constitui a mais importante coleção portuguesa de arte contemporânea, incluindo pintura, escultura, desenho, vídeo, entre outras medias. chiado2O programa de exposições temporárias, de particular relevância, articula-se em 3 grandes linhas: incide sobre núcleos de obras, artistas e movimentos representados na coleção, propondo revisões e novas postas de investigação sobre as matérias tratadas; traz a Portugal exposições internacionais que se cruzam com as coleções do museu, e apresenta obras de artistas contemporâneos internacionais. maatMAAT (Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia)- O MAAT é um museu de arte contemporânea em Lisboa, Portugal e está situado na zona de Belém. A edificação é classificada de Imóvel de Interesse Público, este é constituído por 2 pólos: a antiga Central do Tejo e o Novo Edifício. A Coleção de Arte Fundação EDP foi iniciada no ano 2000, pretendendo abranger várias gerações de artistas portugueses contemporâneos, bem como várias áreas e disciplinas da criação artística. maat2 A coleção tem vindo a ser completada ao longo dos anos. Uma das incorporações mais enriquecedoras passou pela aquisição, em 2015, da Coleção Pedro Cabrita Reis – um acervo que, com 388 obras de 74 artistas, retrata a geração de artistas que emergiu em Portugal entre o final do século XX e o início deste século. Na Coleção de Arte Fundação EDP do MAAT estão representados mais de 250 artistas portugueses tanto de reconhecido perfil histórico, quanto de significativa relevância ao nível dos processos de consolidação em meio de carreira, quanto ainda de um significativo conjunto de valores emergentes em processo de afirmação e de internacionalização. calos1Museu Calouste Gulbenkian- O museu está inserido no conjunto que integra a Fundação Calouste Gulbenkain em Lisboa. O museu abriu as suas portas em Outubro de 1969, dando seguimento às disposições testamentárias de Calouste Sarkis Gulbenkian, industrial de origem armênia, fixado em Portugal em meados do século XX, e que ao longo da sua vida reuniu uma vasta coleção de arte. calous2As peças da exposição permanente do museu encontram-se expostas de forma a constituir dois circuitos independentes. O primeiro é dedicado à Arte Oriental e Clássica, com peças de arte egípcia, greco-romana, arte islâmica, arte da China e arte do Japão. O outro circuito é dedicado à Arte Europeia, com peças cronologicamente situadas num período que se inicia no século XI e termina no século XX. Este circuito possui núcleos dedicados à arte do livro, artes decorativas, escultura e pintura. calous3No tocante a este último núcleo, salientem-se os trabalhos de artistas como Rogier van der Weyden, Stefan Lochner, Dirck Bouts, Domenico Ghirlandaio, Giambattista Moroni, Peter Paul Rubens, Frans Hals, Rembrandt, Jacob van Ruisdael, Thomas Gainsborough, Jean-Honoré Fragonard, Hubert Robert, Nicolas-Bernard Lépicié, Thomas Lawrence, William Turner, Jean-Baptiste Camille Corot, Jean-François Millet, Édouard Manet, Edgar Degas, Henri Fantin-Latour, Claude Monet, Pierre-Auguste Renoir e Henri Rousseau.    

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